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Assisti: Jackie

Assisti ao filme durante minha maratona de Oscar em Fevereiro, pois Natalie Portman estava indicada a melhor atriz. Jackie foi, para mim, uma grande surpresa quanto a não indicação ao Oscar de melhor filme. Isso porque todas às críticas diziam que figurino, maquiagem e produção eram impecáveis. Eu juro que não entendi essa não indicação. Mas aí eu resolvi assistir ao filme mesmo assim porque: 1) amo Natalie com todas as minhas forças e 2) queria saber o que ele tinha para causar tanto burburinho e quase nenhuma indicação.

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Pois bem, a história mostra os dias seguintes ao atentado que vitimou John Kennedy através dos olhos de Jackie, sua esposa. Jackie é uma mulher frágil, muitas vezes considerada fútil. Mesmo hoje ainda ouve-se muito falar sobre suas roupas e sobre a reforma que ela fez na Casa Branca, além de seu casamento posterior a morte de John, com o magnata Aristóteles Onassis. Quem não conhece muito a história ou não tem fascínio pelos personagens da política estadunidense, não sabe muito mais além dessas amenidades.

O filme mostra um outro lado da aristocrata. Mostra uma Jackie que deu exatamente os passos que queria dar em um dos momentos mais difíceis de sua vida e certamente o mais difícil de sua vida pública. Mostra uma Jackie geniosa, que deseja mesmo toda a atenção que pode receber e que não mede esforços para conseguir isso. O próprio funeral do presidente foi todo arquitetado por ela, justamente para entrar na história mundial, e conseguiu com louvor.

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Por outro lado, mostra uma mulher que sempre sofreu justamente por causa de tudo isso. A forma como bebia, como fumava, o descontrole em muitos momentos e o sofrer com o descrédito por parecer fútil demais. Tudo isso causava efeitos como ansiedade e depressão!

As coisas que ela tem de lidar com a morte do marido como a quase expulsão da Casa Branca, a falta de lugar para ficar, a forma como tem de cuidar para que os filhos sejam atingidos o menos possível pela mídia, mas também sem deixar que eles fiquem a mercê de tudo o que esta acontecendo. Teve de enfrentar tudo isso quando ainda estava abalada pela morte de um filho! Não deve ter sido fácil viver esse momento, mas claramente vemos que ego e depressão estavam juntas nos vários momentos em que ela se movimentava entre um e outro.

Não sei dizer se esse é o melhor filme, mas pelas críticas que eu li, em ternos de história, não é. Mas toda parte estética do filme foi muito elogiada. Eu super acho que vale assistir ao filme para conhecer os pormenores desse funeral que é muito falado até hoje, mesmo aqui nos trópicos.

O filme esta disponível na Netflix e vocês ja assistiram? Ficaram com vontade de ver? Me contem suas impressões!!

Bjks

Imagens: CNN; The Hollywood Reporter; Teaser Trailer

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