Blogagem Coletiva: Mulheres que Admiramos

Olha quem esta de volta!!! Sim a Blogagem Coletiva voltou e eu prometo não furar nenhum mês, mesmo que post mais tarde, tipo agora, nos últimos minutos do mês!

Eis que o mês é nosso das mulheres então nada melhor do que homenagear uma, ou várias, mulher que amamos! Eu escolhi falar sobre… Audrey Hepburn. Nossa que novidade né? HAHAHAA Desculpem a “falta” de criatividade, mas é que ela é minha musa desde que assisti Bonequinha de Luxo com 12 anos no extinto Canal 21.

Então dá o play aqui e vem saber tudo sobre essa linda

Audrey Hepburn ficou conhecida como atriz e todos devem lembrar dela em Bonequinha de Luxo, My Fair Lady, Sabrina ou em A Princesa e o Plebeu. Se você não lembra dela em todos os filmes, tudo bem, mas com certeza deverá lembrar-se da imagem icônica de Bonequinha de Luxo ou do guarda-roupa maravilhoso que ela ostentava em todos os filmes. Audrey realmente foi o sinônimo de elegância de uma (ou várias?) década, mas engana-se quem pensa que ela foi “só” isso.

A moça nasceu em Bélgica no ano de 1929, mas acabou indo parar na Inglaterra alguns anos depois, já no início da Segunda Guerra Mundial e posteriormente na Holanda numa tentativa frustrada de fugir da Guerra. Quando a Guerra finalmente cessou, ela, já adolescente, voltou para a Inglaterra e resolveu ingressar nos estudos de balé profissional, porém acabou rejeitada. Decidiu então começar um curso de interpretação, uma vez que a veia artística falava mais alto. Foi por volta de 1952 que ela fez seu primeiro filme, A Princesa e o Plebeu, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz no ano de 1954.

A partir desse momento, Audrey só fez subir na carreira. Os filmes que vieram a seguir foram Sabrina, Guerra e Paz, Cinderela em Paris, Amor na Tarde, Bonequinha de Luxo, Charada, Quando Paris Alucina, My Fair Lady, Um Caminho para Dois, A Herdeira, entre outros e terminou com Além da Eternidade em 1989. 

Seu status de “mulher elegante” aconteceu em 1961 com o lançamento de Bonequinha de Luxo por conter nesse filme roupas desenhadas especialmente para ela por ninguém menos que Givenchy. O filme foi rodado pouco depois de Audrey dar a luz seu primeiro filho, Sean. Na época ela era casada com, o também ator, Mel Ferrer, com quem fez par romântico no filme Guerra e Paz. O casamento acabou em 1968, após processo judicial. Em 1969, Audrey casou-se novamente com um médico italiano e no ano seguinte ela deu a luz o segundo filho, Lucca.  

Esse casamento durou até 1980 e durante os 11 anos juntos, Audrey fez apenas dois filmes.  Até sua morte em 1993, Audrey ainda estrelaria muitos filmes. Foi indicada 3 vezes ao Oscar. Ganhou prêmios como Bafta, Emmy, Tony, SAG e Golden Globes. Foi indicada até a um Grammy e ganhou postumamente. Ainda foi homenageada no Oscar e no SAG pelo conjunto da Obra.

Como se ser uma atriz importantíssima não foi o bastante, Audrey ainda tornou-se embaixatriz da UNICEF em 1987. Durante os anos de Guerra, quando morava na Holanda, Audrey fazia espetáculos de balé para arrecadar fundos para a Resistência. Por ter sofrido com os horrores da guerra e por ter visto muitos parentes falecer, além de ter passado muita dificuldade naquele tempo, ela resolveu ajudar quem necessitava. Em 1988 viajou por diversos países ajudando e arrecadando fundos para as crianças necessitadas. Arrecadou fundos até 1992, quando foi diagnosticada com câncer e teve de parar as viagens para o tratamento, porém faleceu no ano seguinte.

Audrey foi mais do que uma atriz espetacular ou uma mulher elegante, ela foi um ser humano espetacular. Tinha tudo para ser uma pessoa arrogante, afinal a mãe era de linhagem nobre, eles tinham posses, além de falar 5 línguas fluentemente (inglês, francês, italiano, espanhol e holandês), mas nada disso a fez pensar que era mais do que qualquer outra pessoa. Audrey foi na época e deve continuar sendo um exemplo não só para as atrizes, mas também para todas as mulheres do mundo. Sofreu com os horrores da Guerra ainda na pré-adolescência, sofreu em uma profissão que não tratava as mulheres muito bem, sofreu como mulher com seguidos abortos além de sofrer com dois maridos que a trataram com o máximo do machismo possível. E venceu. Venceu na carreira, venceu na vida e ajudou quem tinha menos do que ela. Se isso não é exemplo pra se seguir, eu não faço ideia de quais exemplos devemos ter como inspiração.

Lá no Pinterest eu tenho um board dedicado a atriz! Me segue lá!

Bjks

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